Mongaguá conquistou a autorização para funcionar como Jardim Zoológico depois de quase 20 anos de espera. / Júlio Koema/PMM
Após longos 20 anos de espera, o Parque Ecológico de Mongaguá celebra um marco significativo: a conquista da licença oficial como Jardim Zoológico. O processo, que teve início em 2007, coloca o parque em um grupo restrito de instituições credenciadas para desenvolver programas de conservação e troca de espécies. Com essa nova certificação, o espaço deixa de ser apenas um abrigo e se transforma em um centro de reprodução e pesquisa, elevando a oferta de turismo ambiental na Baixada Santista.
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E as surpresas não param por aqui! Para marcar essa nova fase, o parque já recebeu um casal de faisões dourados, três pavões e seis marrecos, que já estão encantando o público no viveiro interativo. Contudo, a maior expectativa fica para os próximos 15 dias: a administração confirmou que novos residentes, como macacos-prego e tucanos-toco, devem chegar ao recinto por meio de colaborações com outros centros de conservação.
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Atualmente, o parque abriga cerca de 500 animais que não podem retornar à vida selvagem. “Agora podemos contribuir de maneira efetiva para a conservação e enriquecer a experiência dos visitantes”, destaca o biólogo Daniel Bortone. Situado em Agenor de Campos, o recém-tornado Zoológico de Mongaguá funciona de terça a domingo, com ingressos a preços acessíveis, sendo uma excelente opção de lazer educativo neste verão.
Localização: Av. Governador Mário Covas Júnior, 10.410 – Agenor de Campos.
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Horário de Funcionamento: Terça a domingo, das 9h às 17h (Bilheteria até 16h).
Valores dos Ingressos: R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia).
Isenção: Crianças até 7 anos e pessoas com deficiência (acompanhadas).
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