O Governo do Estado de São Paulo decidiu ampliar o período de inscrições para o chamamento público destinado à seleção de projetos e soluções inovadoras focadas no clima, no contexto do evento comemorativo do Dia Mundial do Meio Ambiente, programado para junho de 2026. Empresas e entidades privadas agora têm até 11 de maio para apresentar suas propostas. A prorrogação foi oficializada no Diário Oficial do Estado (DOE) em 27 de abril.
A ação, coordenada pela Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística (Semil), tem como meta reforçar a participação de diversos setores na agenda de adaptação e resiliência climática. O intuito é transformar a celebração — que acontecerá no dia 3 de junho, no Parque Ecológico do Tietê, em São Paulo — em uma vitrine de boas práticas, reunindo os poderes públicos, a iniciativa privada e a sociedade civil.
Além de seu significado simbólico, o evento busca fomentar a troca de experiências, dar destaque a soluções concretas (abrangendo desde tecnologias até projetos socioambientais), contribuir para a evolução de políticas públicas, expandir o alcance das ações ambientais no Estado e incentivar propostas que tragam conhecimento, inovação e engajamento para o debate sobre sustentabilidade e clima.
Pessoas jurídicas de direito privado interessadas em apresentar iniciativas relacionadas à agenda climática são bem-vindas para participar. As inscrições devem ser enviadas por e-mail até o dia 11 de maio. O edital completo, com as diretrizes para participação e envio de propostas, pode ser acessado no seguinte link: https://doe.sp.gov.br/executivo/secretaria-de-meio-ambiente-infraestrutura-e-logistica/edital-n-01-de-30-de-marco-de-2026-20260330133118661740115
Sem previsão de disponibilidade de recursos financeiros, o chamamento prioriza a visibilidade institucional e a oportunidade de articulação como principais atrativos para as organizações participantes, incentivando a criação de parcerias e o fortalecimento de redes em torno da agenda ambiental.
A diretora de Parques Urbanos da Semil, Ana Lúcia Seabra, enfatiza a importância estratégica desses espaços como agentes de conexão socioambiental. “Os parques urbanos são locais excepcionais para aproximar as pessoas das soluções ambientais. Ao abrir espaço para novas iniciativas, ampliamos o diálogo com a sociedade e fortalecemos a construção coletiva de respostas para os desafios climáticos”, conclui.
